Nossas Lutas

Apesar da direção sindical do Sinte, os servidores de Santa Catarina têm disposição de luta

No dia 04 de abril os trabalhadores em educação de Santa Catarina, diante do descaso do governo Jorginho Mello, deliberaram em assembleia massiva deflagrar greve por tempo indeterminado no dia 23/04. A situação da categoria pode ser compreendida a partir do artigo "A situação do magistério catarinense em 2024", publicado na página do Sinte. Os militantes da Organização Comunista Internacionalista (OCI) têm discutido incansavelmente sobre a importância de a categoria mostrar sua força no dia 23 de abril.

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Governo faz chantagens e manobras para desmobilizar greve na educação federal

O governo Lula se reuniu no dia 10 de abril com sindicatos dos Servidores Públicos Federais (SPFs) na Mesa Nacional de Negociação Permanente. A reunião, porém, foi marcada por chantagens, manobras e ataques ao direito de greve, visando enfraquecer e desmobilizar a luta por melhores condições de trabalho, carreira e reposição de perdas salariais.

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Vigilância em Tempo Integral: a educação capixaba na vanguarda do atraso

A presunção da inocência parece ser invertida para a Secretaria de Educação do Estado do Espírito Santo. Os professores são, de antemão, considerados culpados e, portanto, obrigados a criar evidências que comprovem sua inocência. As acusações são várias: somos incapazes de planejar nosso ensino; somos responsáveis pelo fracasso escolar, preguiçosos e, por isso, devemos ser vigiados.

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Dia da Família na Escola é trabalho não remunerado na Educação de Santa Catarina

Todos os anos, a Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina (SED-SC) impõe uma data chamada de “Dia da Família na Escola”, que é realizada, por regra, em um sábado e tenta impor aos trabalhadores de educação o cumprimento de trabalho não remunerado no final de semana. Os trabalhadores de educação de Santa Catarina são uma categoria já calejada da arbitrariedade dos governos que se sucedem e que só fazem piorar a situação.

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Solidariedade aos servidores ingressantes da prefeitura de SP: convocação imediata dos ingressantes

Mais uma vez, o prefeito Ricardo Nunes nos mostra o seu caráter marqueteiro e descompromissado com o serviço público e o atendimento à população. Em janeiro, o Nunes fez a divulgação em suas redes sociais da convocação de mais de 7 mil professores que passaram no último concurso da prefeitura. No processo de admissão, todos os ingressantes passam por uma perícia médica, que é feita por uma empresa contratada pela prefeitura. No entanto, essa empresa demonstra não estar preparada para receber a quantidade de professores ingressantes e monstra não compreender a legislação do serviço público municipal. Centenas de professores ingressantes estão sendo impactados por essa burocracia e desorganização.

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O colapso dos serviços públicos em Joinville e a traição sindical: é hora de se organizar!

Os serviços públicos da cidade de Joinville, Santa Catarina, estão sob ataque. Notícias dos últimos dias dão conta de um total colapso na rede municipal de saúde. No Hospital Infantil, administrado por uma Organização Social (OS), crianças esperam por mais de 12 horas por um atendimento e a polícia é chamada para reprimir os pais que se revoltam. Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) Leste e Sul, além do PA Norte, a espera na última segunda-feira (1º/04) também chegou a cinco horas em alguns momentos. Em diversas unidades de saúde a fila na madrugada para conseguir consultas voltou. 

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Transporte coletivo de Joinville: história e luta pela Tarifa Zero

A ação da burguesia local é a sabotagem e os ataques para precarizar o transporte público e manter a lucratividade na privatização. Na mesma lógica, ela se empenha contra todos os serviços públicos, diretamente, por meio das Organizações Sociais (OSs) ou terceirizações, buscando obter lucros a partir das necessidades básicas das pessoas. Mas a resposta que os comunistas dão é a luta em defesa de uma solução do ponto de vista dos trabalhadores e da juventude, para que estas camadas tenham acesso aos seus locais de trabalho, de estudo e de lazer. Ou seja, a luta pela Tarifa Zero e por uma empresa pública de transporte.

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Greve das universidades e institutos: impasse entre governo e sindicatos

Os servidores técnico administrativos em educação (TAE) e docentes das universidades e institutos federais estão construindo uma greve nacional da educação federal. Reunidos na Fasubra, os TAEs das universidades deflagraram greve no dia 11 de março. Já os docentes e TAEs dos institutos federais, reunidos no Sinasefe, deflagraram dia 3 de abril. Os docentes das universidades, por meio do Andes, indicaram o início da greve para o dia 15 de abril.  As datas diferentes para início da greve já denunciam a política dos dirigentes dos trabalhadores e das organizações políticas que compõem a direção da Fasubra, Sinasefe e Andes. Essa ação do governo de dividir a pauta em diferentes mesas de negociação, aceita passivamente pelas entidades sindicais, é um crime contra os trabalhadores e uma tentativa de enfraquecer a mobilização.

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Diretora exonera cargo no dia do aniversário de Barueri

A OCI recebeu o presente texto da Associação de Servidoras e Servidores de Barueri (ASSB). Após análise dos fatos relatados e constatando sua veracidade, entendemos a necessidade de auxiliar na divulgação dessa campanha, que é parte da luta do conjunto da classe trabalhadora. Assim, incentivamos a todos os nossos leitores e apoiadores a fazerem parte desta luta, contribuindo financeiramente e enviando as moções indicadas.

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Campanha Salarial 2024: direção do Sinsej aposta que um mês seja suficiente para garantir e ampliar direitos, em meio aos golpes do governo Adriano contra o serviço público

Com o slogan “Serviço Público é a gente que faz”, que mais parece um slogan da secretaria de comunicação da gestão, a direção do Sinsej romantiza a situação caótica que vivemos com o desmonte declarado desse mesmo serviço e inicia a Campanha Salarial 2024. Aliás uma boa reflexão seria: Em que condições fazemos o Serviço Público?

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