Felipe Araujo

Felipe Araujo
Coordenador do Movimento Negro Socialista (MNS) e professor de Filosofia da rede estadual - RJ

O racismo faz mais vítimas: Nem dentro das escolas nossos jovens estão seguros

Nesta quinta-feira (30/3), uma adolescente foi morta dentro de uma escola, no bairro de Acarí, no Rio de Janeiro. Maria Eduarda, de apenas 13 anos, foi atingida por três balas, enquanto treinava na quadra da escola. No lado de fora, no muro da escola, a polícia disparava contra os acusados …

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57 anos desde o Massacre de Sharpeville

No dia 21 de março de 1960 milhares de negros sul-africanos foram brutalmente atacados pela polícia, durante uma manifestação que exigia o fim do racismo e da discriminação racial no país. O resultado foram 69 mortos e cerca de 180 feridos. O caso ficou conhecido como o Massacre de Sharpeville, …

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Unidade e mobilização para derrotar o ajuste fiscal no Rio de Janeiro

Michel Temer apresentou como “solução” para estados em crise um Plano de Recuperação Fiscal. O acordo empurra em 3 anos as dívidas das unidades federativas com a União, permitindo que elas acumulem mais empréstimos, ou seja, que se afoguem ainda mais na lama. O governador do RJ, Pezão, abraçou a …

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Homenagem a Nina Simone

Nina Simone, nasceu em 21 de março de 1933, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Negra e de origem pobre, se destacou pelo seu talento com a música. Suas canções destacavam uma mensagem de esperança para a dura vida como a que teve. Mas, em 1964 fez …

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Crise econômica, privatização da saúde e discriminação

Nos últimos 2 anos, foram registrados mais de 1.700.000 pessoas que saíram dos planos privados de saúde. Essas pessoas estão sendo obrigadas a recorrer ao sistema público de saúde a partir de agora. Esse é um reflexo da crise do capitalismo, onde a classe trabalhadora é obrigada a pagar pela crise, …

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A Revolta da Chibata

A Revolta da Chibata foi mais um dos muitos episódios que as classes dominantes fizeram questão de tentar apagar da história das revoltas e revoluções populares. 

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Das senzalas para as fábricas, a opressão continua

Com o fim oficial da escravidão, venceu-se o chicote e o tronco do feitor. Contudo os negros não tinham terras nem propriedades. O que restava a eles era vender sua força de trabalho para os mesmos latifundiários que antes os escravizavam, nas fazendas ou nas fábricas.

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