Os ensinamentos das lutas guatemaltecas

Artigo publicado no jornal Foice&Martelo Especial nº 21, de 10 de dezembro de 2020. CONFIRA A EDIÇÃO COMPLETA.

Como acontece repetidas vezes na história, quando os jovens e os trabalhadores se colocam nas lutas e nas ruas, os poderes burgueses são forçados a recuar em seus ataques para tentar conter a chama revolucionária que há entre os explorados e oprimidos. Nas últimas semanas, a Guatemala nos oferece esse exemplo e demonstra a capacidade que os trabalhadores de todo mundo possuem em não apenas defender seus direitos, mas, principalmente, parir uma nova sociedade.

Para entendermos esses eventos, precisamos sempre reafirmar algo fundamental. Quando os marxistas afirmam a necessidade histórica da revolução permanente, explicando que o internacionalismo proletário não se trata de uma bandeira abstrata, não há outra comprovação mais concreta que a própria luta de classes. Evidentemente que cada país possui seu desenvolvimento histórico e contradições internas, que expressam a falência do sistema. Contudo, essencialmente em uma época de agonia e horror sem fim do capitalismo, os sinais de rupturas de classes e ebulições sociais são praticamente os mesmos em todos os países. Os guatemaltecos deixam isto bem claro, mostrando um enorme paralelo com o governo Bolsonaro no Brasil.

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