Ted Grant na Conferência do Partido Trabalhista, 1983

Ted Grant: 1913-2006

Artigo escrito por Alan Woods em 20 de julho de 2006.

Nessa manhã fomos surpreendidos pela trágica notícia da morte do companheiro Ted Grant, poucos dias depois de seu 93º aniversário. A notícia causou uma grande comoção em todos nós. Apesar de sua idade e da debilidade óbvia de seu estado nos últimos anos, tínhamos a ideia de que estaria ali para sempre, uma figura permanente em meio a toda turbulência e mudança.

O próprio Ted parecia convencido de que nunca envelheceria; a morte não importava. Isso explica sua bem conhecida aversão a aniversários. Quando o visitei no dia de seu aniversário não dava a mínima para os enfeites na porta de seu quarto. Só queria saber de política, da luta revolucionária e do trabalho da Corrente Marxista Internacional. Era um homem que vivia apenas pela causa da classe trabalhadora e da revolução socialista. E assim foi até o fim. Ainda que tenha passado a maior parte de sua vida na Grã-Bretanha, Ted Grant era sul-africano de nascimento e nunca perdeu seu sotaque natal. Nasceu em 1913 em Germiston, nos arredores de Johannesburgo. Disse-me que despertou para a vida política ao observar como eram tratados os trabalhadores negros. Desde muito jovem esteve interessado pelo marxismo. Disse-me que começou a ler o Capital quando tinha 14 anos. Esse foi o início da paixão pela teoria marxista que perdurou por toda a vida.

Inspirado pela Revolução Russa, foi ganho para o trotskismo por Ralph Lee, um militante do Partido Comunista Sul-africano, expulso por apoiar a Oposição de Esquerda. Devido às condições muito difíceis da África do Sul, os companheiros resolveram viajar para a Grã-Bretanha, onde vislumbravam melhores perspectivas para a construção do movimento. Em 1934, Ted mudou-se para Londres onde viveu desde então. Pouco antes da guerra, liderou a formação da Liga Internacional dos Trabalhadores (WIL), que é o grupo original do qual descendemos. Mais tarde, a WIL uniu-se com outros trotskistas para formar o Partido Comunista Revolucionário (PCR). Ted sempre teve muito orgulho do trabalho executado pela WIL e pelo PCR. As publicações desse período, inclusive o Socialist Appeal, contêm um material político de uma riqueza valiosa, que ainda hoje merece ser lido. Alguns deles podem ser encontrados em “The Unbroken Thread”, uma importante antologia dos escritos de Ted, que pretendemos reeditar grande parte em nossa página na Internet, www.tedgrant.org.

O assassinato de Trotsky

O assassinato de Trotsky em agosto de 1940 foi um golpe devastador para as jovens e inexperientes forças da IV Internacional. Infelizmente, os dirigentes da Quarta não estiveram à altura das tarefas impostas pela história. Privados da direção de Trotsky cometeram uma série de erros fundamentais. Apenas a direção do PCR na Grã-Bretanha foi capaz de se readaptar à nova situação em escala mundial depois de 1945.

Trotsky com a edição norte-americana de Socialist Appeal

Isto foi resultado da capacidade teórica de Ted Grant. Seus escritos sobre economia, guerra, revolução colonial e particularmente sobre o stalinismo, foram, e ainda são, clássicos do marxismo moderno. Sobre estes alicerces as forças do genuíno marxismo foram capazes de se reagrupar e de se reconstituir em condições muito difíceis. Ted sempre insistiu no papel vital da teoria marxista, pela qual tinha uma verdadeira paixão. Em cada etapa importante do desenvolvimento dos acontecimentos, sempre retornava aos clássicos, aos escritos de Marx, Engels, Lenin e Trotsky, que conhecia como a palma de sua mão. Esta foi a base de todo seu trabalho e o segredo de seu êxito. Isso explica como foi capaz de manter unido, um grupo de leais companheiros nos obscuros e difíceis anos do auge capitalista, que se seguiu à Segunda Guerra Mundial, quando as forças do genuíno marxismo se encontravam reduzidas a um punhado minúsculo, e nossa tendência consistia de apenas alguns grupos isolados de seguidores em Liverpool, Londres, e no sul de Gales. Há que se ter um tipo de coragem especial para se sustentar em um período de refluxo e apatia geral, como foram os anos 1950. Mas Ted não podia ser contido. Tinha completa confiança no futuro do socialismo e a transmitia a qualquer um que entrasse em contato com ele. Sempre teve um maravilhoso senso de humor que era contagioso. Com Ted por perto, ninguém tinha o direito de se sentir pessimista nem abatido. Mas, em última instância, este espírito invencível de otimismo sempre esteve amparado pela teoria marxista.

Com a ajuda de companheiros como Jimmy e Arthur Deane, Pat Wall e outros seguidores, Ted conseguiu não só manter viva a tendência, como também a fortaleceu. Ele elaborou a perspectiva de que as forças do marxismo só podiam ser construídas através de um trabalho sistemático e paciente nas organizações de massas da classe trabalhadora. Na Grã-Bretanha isso significa, os sindicatos e o Partido Trabalhista, particularmente as Juventudes Socialistas.

A Tendência ‘Militant’

Meu primeiro encontro com Ted aconteceu em 1960, quando falou às Juventudes Socialistas (JS) de Swansea, das quais eu era membro. Eu estava estupefato com seus conhecimentos sobre o marxismo, a forma clara com que expressava, inclusive, as ideias mais complexas, com uma linguagem simples. Pouco a pouco desenvolvemos uma base nas JS, não só em Liverpool, como também em Londres, Tyneside, Swanesea e Brighton.

Em 1964 decidimos publicar um novo periódico chamado Militant. Fizemos nossa primeira reunião em uma pequena sala de um pub em Brighton. Naquele momento eu duvidava que muitas pessoas nos acompanhassem. Mas cinqüenta anos depois, a Tendência Militant era um elemento importante na política britânica e era um nome familiar. Alguns a descreviam como o quarto partido político da Grã-Bretanha. Ainda que não fôssemos de fato um partido, nesta afirmação há algo de verdadeiro. Em seu ponto álgido, Militant tinha cerca de 8 mil militantes, uma grande sede em Londres, três parlamentares e éramos mais livres que o Partido Trabalhista. Graças ao trabalho do Militant, as ideias do marxismo ganharam apoio no Partido Trabalhista e nos sindicatos. Esta era a expressão concreta da correção de nossas ideias, táticas e métodos, elaborados por Ted Grant. A ala de direita e seus partidários capitalistas estavam fora de si. Eles se permitiam rir das palhaçadas dos grupos sectários à margem do movimento operário, mas com o Militant era diferente. Inevitavelmente, a ala de direita lançou uma feroz caça às bruxas contra o Militant, culminando em uma onda de expulsões. Em 1983, Ted foi expulso do Partido Trabalhista, junto com os demais membros do Comitê de Redação. Em uma intervenção desafiadora no Congresso Trabalhista, Ted disse o seguinte: “Regressaremos!” E lhes disse que não haveria maneira de separar o marxismo do movimento operário.

Sem dúvida era a única posição correta que se podia tomar. Ted sempre costumava dizer: “Fora do movimento operário não há nada!” A verdade dessas palavras foi demonstrada em milhares de ocasiões. Mas há pessoas que nunca aprendem. Infelizmente, um setor da direção do Militant permitiu que nossos êxitos lhes subissem à cabeça. Decidiram seguir o caminho trilhado pelas seitas e apartaram-se do Partido Trabalhista. Para fazer isso, primeiro tiveram que expulsar Ted e os que o apoiavam. Aqueles que foram responsáveis desse ato de loucura criminosa, o justificavam dizendo que era um “atalho” até as massas, ao que Ted, com seu habitual senso de humor respondia: “Sim, um atalho pelo esgoto“. E assim foi. Recordo daquelas reuniões de um pequeno grupo de companheiros em meu apartamento de Bermondsey. Recordo-me como se fosse ontem o extraordinário bom humor de Ted. Depois de termos sido expulsos do militant ele caçoava: “Bom, foi a cisão mais fácil pela qual passei!” Mas na realidade, nos encontrávamos (na Grã-Bretanha pelo menos) em uma posição bastante difícil. Depois da queda da União Soviética, existia um ambiente geral de pessimismo na esquerda. O marxismo recebia ataques de todos os lados. Qual era nosso dever em tais circunstâncias? Seguindo o exemplo de Ted, decidimos que nosso primeiro dever era defender as ideias fundamentais do movimento. Publicamos Razão e Revolução (que teve um tremendo êxito internacional), depois o livro de Ted: Rússia, da revolução à contrarrevolução. Ted e eu colaboramos em outros livros, panfletos e artigos, mas esses dois pra mim são o ponto culminante de uma colaboração política e de uma estreita amizade que durou 46 anos, até esta manhã.

As memórias de Ted

Ted Grant discursando em 1942

Os leitores do Socialist Appeal e do site www.marxist.com conheciam Ted como um teórico marxista de peso. Mas, e Ted Grant o homem? Era uma pessoa muito humana, não era o estereótipo de um revolucionário sinistro. Sempre estava acessível e conversava sobre qualquer tema com quem estivesse disponível; um pouco como Sócrates na Ágora de Atenas, só que em um ponto de ônibus ou numa barraca de fritas. Seu lema poderia ter sido: “Não considero nenhum ser humano como alguém estranho a mim“.

Recordo de quando estava na universidade em Sussex e ganhamos um par de estudantes da organização de Healy. Eram garotos muito inteligentes e queriam falar com Ted, assim marquei uma reunião. A conversa durou muito tempo e obviamente estavam hipnotizados. Depois lhes perguntei como havia sido e disseram que estavam assustados pelo alcance enciclopédico de seus conhecimentos. Em determinado momento eles lhe perguntaram se sabia algo sobre a Escandinávia, e respondeu: “Não muito” e depois começou um longo discurso de uma hora sobre a política, a história e a vida econômica da Noruega, Suécia e Dinamarca. Tinha uma ampla gama de interesses e podia falar de futebol ou de corrida de cavalos (às vezes se divertia apostando), assim como de literatura ou de cultura em geral. Seus autores favoritos eram Jack London e Galsworthy. Sobre ‘A Saga dos Forsyte’ uma vez comentou: “Ele [Galsworthy] mostrou à burguesia como eram realmente, e nunca foi perdoado“. Que maravilhosa e perceptiva crítica literária! Contudo, ele e eu nunca concordamos sobre James Joyce.

Ted sempre foi muito cuidadoso com sua saúde. “Marx e Lenin não se cuidavam”, costumava dizer, com um olhar de reprovação, como se estivesse repreendendo os fundadores do socialismo científico pela falta de cuidado. Sua dieta sempre foi muito peculiar. Comia enormes quantidades de frutas no café da manhã, por exemplo. Não fumava e só começou a tomar um pouco de vinho tinto nas refeições nos últimos anos, porque leu em algum lugar que era bom para a saúde. Por outro lado, tinha um apetite voraz e mais de um companheiro o encontrou comendo fora de casa depois de uma visita rápida de Ted. Contudo, isso não refletia no seu peso devido a seu vigoroso programa de exercícios que realizava religiosamente durante pelo menos uma hora toda noite antes de dormir.

Ted não ligava em absoluto para sua aparência. Exceto quando visitava sua irmã mais velha Rae em Paris. Rae (que morreu ano passado), diferente de seu irmão, estava sempre por dentro da moda e não ficava satisfeita até que seu irmão aparecesse à sua frente vestido convenientemente. Por conta disso, algumas semanas antes de ir a Paris, Ted pedia que algum companheiro o ajudasse a comprar um traje novo. Tinha que ser um traje azul de sarja (explicava), pois era deste tipo de roupa que Rae gostava. Depois de muitos anos desta representação, alguém perguntou a Rae o que achava do traje novo de Ted, e ela respondeu: “Espero que, por bondade, alguém lhe diga que pare de comprar esses horríveis trajes azuis de sarja!“.

Ted como companheiro

Ted não era dos homens mais fáceis com quem trabalhar. Seus profundos conhecimentos do marxismo e sua insistência por uma correção absoluta, lhe tornavam muito exigente, especialmente nos detalhes relacionados com a escrita. Revisava um manuscrito dezenas de vezes, com um lápis vermelho na mão, riscando, sublinhando e escrevendo comentários indecifráveis na margem, enquanto o desafortunado autor olhava horrorizado. Isto incomodava algumas pessoas, mas eu, pessoalmente, considerava tudo isso uma formação útil. Antes de tudo, o que importa são as ideias e não o ego pessoal dos aspirantes a autor. Aqueles que delineavam as ideias antes aprendiam muito.

Ted possuía um apetite ilimitado pelo trabalho e pela discussão política. Mas tinha sua própria rotina e não permitia que ninguém o desviasse dela. Lia os jornais diários, devorava cada linha. Todo dia lia The Financial Times, The Morning Star e (por razões que nunca pude compreender) The Daily Express. “Deves ler todos, desde a primeira página até a última“, dizia. “Isto é história contemporânea“. Nas manifestações sempre estava ali, andando pra cima e pra baixo junto às fileiras de manifestantes, com seu Socialist Appeal oferecendo-o de maneira audaz. Normalmente, entre os companheiros, era o que mais vendia. Havia algo nele ao qual não se podia dizer não. Mas, falar em público era do que realmente gostava. Normalmente falava por uma hora – às vezes mais – e sempre mantinha a atenção das pessoas. Seus discursos demonstravam um profundo conhecimento da matéria, com muitos dados (“dados, cifras e argumentos são o necessário” costumava dizer, ao aconselhar sobre escrita ou discursos em público). Em seus discursos não havia nenhum elemento negativo, mesquinho ou rancoroso, o que por várias vezes caracteriza os desvarios das seitas. Não havia ataques pessoais, mas por várias vezes se rendia ao seu senso de humor, especialmente quando falava dos burgueses ou dos dirigentes das alas de direita. Algumas vezes caía na gargalhada quando falava das idiotices destas damas e cavalheiros, e era tão contagioso que todo mundo acabava rindo também.

Ted estava particularmente interessado em economia e filosofia marxistas. Seu panfleto: “Haverá uma recessão?” é uma pequena obra prima, enquanto que “A teoria marxista do Estado”, era uma dessas poucas obras do marxismo moderno da qual se pode dizer que acrescentou e desenvolveu as teorias de Marx e Engels. Com relação a seu apaixonado interesse pela filosofia marxista, ele acompanhava muito de perto todos os acontecimentos da ciência moderna. Houve um comentário, em particular, que me impactou profundamente. Ele dizia que na mente humana “a matéria finalmente é consciente de si mesma“. A forma mais maravilhosa que se pode imaginar para expressar o materialismo filosófico.

O último período

Na época da cisão do Militant, Ted já era um “jovem” de 78 anos. Mas como sempre fez, viajava a outros países, dava discursos de hora e meia. Parecia decidido a continuar assim para sempre. Às vezes parecia convencido que seria assim. Era uma entrega verdadeiramente formidável. Mas a natureza cedo ou tarde se impõe.

Há alguns anos Ted estava falando em uma reunião em Londres quando de repente se deteve. Mais tarde se deu conta de que havia tido um pequeno ataque. Recuperou-se bem, mas a luz vermelha se acendeu. Um grupo dedicado de companheiros ajudava Ted, tanto quanto era possível, mas sua condição física claramente se deteriorava. A debilidade se acelerou depois de uma operação devido a um problema de próstata. Já não era capaz de realizar seu trabalho como antes e raramente falava nas reuniões.

Por fim precisava de cuidados profissionais durante todo o dia e se mudou para uma residência no campo próximo de Romford. Ali tinha seus livros e era visitado pelos companheiros para garantir que estava sendo bem cuidado. Estava suficientemente cômodo, ainda era capaz de caminhar sozinho e sem dor, mas o que queria era estar ativo novamente. Queria saber do trabalho da organização (nunca teve o menor interesse pela tagarelice). Contei-lhe sobre os êxitos da CMI na Venezuela. Ele rejuvenescia: “Então estamos agindo bem? Sim, Ted, estamos agindo muito bem. E tudo graças a ti“. Ainda que sua concentração e sua memória estivessem se deteriorando, tinha momentos de lucidez, nos quais era capaz de participar das discussões políticas. Eu aproveitava esses dias para fazer algumas entrevistas sobre a história do movimento que publicamos em www.marxist.com. Há algumas semanas lhe perguntei: “Se encontrasse com Chávez, o que lhe diria?” Imediatamente respondeu: “Diria a ele que tome o poder“. A última vez que Ana e eu o visitamos foi no domingo passado (no dia de seu 93º aniversário). Parecia um pouco mais baixo que o habitual e não falava muito, porém foi capaz de andar conosco até a porta principal. Falei com ele por telefone quase todos os dias desde então. Ontem pela tarde lhe telefonei novamente e perguntou quando o visitaria, respondi que iria na sexta-feira pela manhã e que pretendia levar Manzoor Ahmed, o parlamentar marxista do Paquistão, para vê-lo. Ficou muito feliz e assim combinamos.

Essa reunião estava destinada a nunca acontecer. Ted Grant já não está conosco. O homem que tanto fez para defender as ideias do marxismo, que quase sem ajuda salvou a herança do trotskismo do naufrágio, se foi. Para todos nós que fomos educados por Ted, que trabalhamos e lutamos a seu lado para construir o movimento revolucionário, que permanecemos leais a ele até o final, este é um golpe amargo. Era o último representante vivo de uma geração excepcional, uma geração de gigantes revolucionários que lutaram sob a bandeira de Leon Trotsky e que salvaram a honra da Revolução de Outubro, que preservaram sua herança e a mantiveram intacta e imaculada para a nova geração. Ted Grant era o representante mais excepcional dessa geração. Entregou-nos a bandeira, o programa, a teoria, os métodos e as ideias, sem os quais não chegaremos à vitória. Ted Grant nunca foi um sentimental. Nunca quis que desperdiçássemos nosso tempo com lamentações e queixas inúteis. Sentimo-nos tristes com o falecimento de um grande homem, companheiro e amigo, mas honraremos sua memória do único modo que ele aplaudiria: aumentando o trabalho, lutando pelas ideias do marxismo e construindo a Corrente Marxista Internacional. Construiremos um monumento à memória do companheiro Ted Grant, um monumento imperecível de organização proletária, um monumento que é capaz de transformar o mundo.

Não houve ninguém como Ted Grant enquanto esteve vivo e ninguém pode substituí-lo agora que se foi. Mas nas fileiras da Corrente Marxista Internacional há muitos quadros experimentados que absorveram suas ideias e métodos, que estão plenamente equipados para levá-los à prática. Hoje ninguém pode duvidar de que a tendência criada e alimentada por Ted Grant está avançando a velocidade constante e alcançando uma conquista após a outra em escala mundial. A autoridade e o prestígio dessas ideias nunca foram tão elevados como no momento atual. Esta é a melhor prova da correção das ideias e posições de Ted. É a justificativa do trabalho de sua vida, a qual todos estaremos eternamente gratos.

TRADUÇÃO DE FABIANO LEITE.

PUBLICADO EM TEDGRANT.ORG

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