Arquivos de Tags: trabalhadores

A Esquerda Marxista agora é a Organização Comunista Internacionalista

Nós estamos de acordo com Marx, Engels, Lênin e Trotsky sobre a necessidade da organização internacional do proletariado e do caráter internacional da revolução socialista para abrir caminho para uma sociedade comunista. Para nós, os operários não têm pátria, e diante das guerras do capital dizemos: “Paz entre nós, guerra aos senhores!”. Nosso novo nome é Organização Comunista Internacionalista, a OCI, seção brasileira da Corrente Marxista Internacional.

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Comunidade, morro, favela, bairro proletário: qual nome devemos usar?

Durante décadas muito se tem discutido a questão de como se referir corretamente aos bairros proletários. Os nomes até então usados são formas coloquiais ou "censuradas" dos locais, como comunidades, favelas e morros. O presente texto discute sobre como nós, marxistas, devemos chamar os bairros proletários. Primeiramente, explicando os nomes, seja da perspectiva etimológica (se formos nos referir à palavra “favela” em específico) ou não. Porém, sempre ligando aos contextos históricos.

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Pela revogação imediata do decreto que visa a privatização dos presídios no Brasil

Durante o governo do Michel Temer (MDB), o então presidente criou o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) n° 8.874/2016 com o objetivo de regulamentar parcerias com a iniciativa  privada em diversos áreas sob responsabilidade do Estado, entre elas saneamento básico, saúde, educação, segurança pública e sistema prisional. Dando continuidade a tal política, Lula, através do Decreto 11.498, de 25 de abril de 2023, firma essa união com as Parcerias Públicas Privadas (PPPs). Ressalva-se que tal medida foi de caráter presidencial, uma vez não entrou em Congresso para votação, o que demonstra a velocidade em que o governo Lula-Alckmin busca atender aos interesses da burguesia; já que, como historicamente é sabido, o esquema prisional pune o indivíduo pobre, sobretudo os negros, para atender os interesses da burguesia, fomentando assim o esquema de corrupção e obtenção de lucro pelas classes dominantes.

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A classe trabalhadora desapareceu? Fato e ficção

Quando me levanto de manhã, calço os sapatos e amarro os cadarços, muitas vezes me pergunto: “quem fez esses sapatos?”. Da mesma forma, quando me sento à mesa para tomar o café da manhã, me pergunto: “quem fez a mesa e quem trabalhou na fazenda que produziu a aveia do meu mingau?”. Quando vou fazer meu check-up anual no consultório médico local, me pergunto: “a que classe pertence a enfermeira?”. Você pode estar se perguntando por que me faço essas perguntas. Bem, é porque somos constantemente bombardeados pela ideia, aparentemente desafiando a minha experiência, de que a classe trabalhadora já não existe mais; que foi dissolvida e que agora somos todos, em sua maioria, de “classe média”.

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A greve “Stand-Up” nos EUA levará os trabalhadores da indústria automobilística à vitória?

Em recente artigo nosso sobre a batalha contratual do United Auto Workers (UAW), dissemos que este seria um grande teste para Shawn Fain e para a nova direção do UAW. Explicamos que a questão chave seria se os novos dirigentes do UAW tentariam conduzir uma luta dentro dos limites do que é aceitável para o sistema capitalista, ou se desafiariam o próprio sistema que exige salários e condições precárias. A greve de Flint, Sit-Down, de 1936-37 ,e outras ocupações de fábricas de luta de classes lançaram o desafio aos patrões: quem realmente dirige a fábrica – os trabalhadores ou os proprietários?

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EUA: o United Auto Workers e a luta por um novo contrato de trabalho

Os trabalhadores do setor automotivo dos Estados Unidos toleraram décadas de erosão dos salários e de deterioração das condições de trabalho, enquanto as três grandes empresas automobilísticas – General Motors, Ford e Stellantis – aumentavam os seus lucros. Mas estes trabalhadores agora estão dizendo “basta!”. Como resultado, 150 mil trabalhadores sindicalizados do setor automotivo estão se preparando para uma greve, à medida que o seus contratos com aquelas empresas se aproxima da data de expiração em 14 de Setembro.

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Você é comunista?

Recentemente, a organização britânica Socialist Appeal lançou a campanha “Você é comunista? Então organize-se!”. Em poucas semanas, as ruas de todo o país estavam tomadas por cartazes anunciando a campanha e orientando os interessados a entrar em contato com a organização. E muitas pessoas, ao que parece centenas delas, se interessaram por aquele convite, a ponto de as organizações irmãs do Socialist Appeal assumirem a campanha em seus países. Além disso, a internacional da qual Socialist Appeal faz parte, a Corrente Marxista Internacional (CMI), assumiu essa campanha em âmbito mundial em seu recente congresso, realizado na Itália.

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A luta contra a privatização da CPTM e o combate dos marxistas

Em todo o mundo, a burguesia busca descarregar o peso da crise do capital sobre as costas da juventude e da classe trabalhadora. Como resultado, vimos uma onda de ataques semelhantes em diversos países: reformas trabalhistas, privatizações, reformas da previdência etc. É nesse contexto que se desenvolve o combate entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a classe trabalhadora em São Paulo. No período de crise, as privatizações são uma das formas da classe dominante de retomar em suas mãos uma parte maior da riqueza social. O salário indireto na forma de serviços públicos que o Estado burguês é obrigado a ofertar em diferentes medidas no desenrolar da luta de classes.

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50 anos do golpe de Pinochet no Chile: a derrota do reformismo

Há 50 anos, em 11 de setembro de 1973, ocorreu no Chile o Golpe de Estado contra o governo socialista de Salvador Allende. A eleição de Allende foi a primeira vez na história em que um candidato que se identificava como marxista chegou ao poder pela via eleitoral. Isso fomentou grandes ilusões entre os social-democratas de todo o mundo. No entanto, como presidente, Allende não conseguiu levar a revolução até sua conclusão. A contrarrevolução que se seguiu quando o General Pinochet e os militares – apoiados pelo imperialismo norte-americano – derrubaram o governo socialista de Salvador Allende foi implacável. O custo foi pago por milhões de trabalhadores chilenos. Neste artigo, recordamos este doloroso marco e recolhemos valiosas lições para o futuro da luta de classes.

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