Arquivos de Tags: Tarcisio

É uma guerra de classes! Frente Única contra o governo Tarcísio já!

Em meio a cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo foi aprovada ontem (06/12) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) a privatização da Sabesp. A tropa de choque foi acionada para esvaziar o plenário, e o que se seguiu foi uma repressão violenta deixando dezenas de feridos e detidos. Logo …

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Falta de energia em SP: só há uma responsável, a ENEL! Reestatização Já!

Desde o dia 3 de novembro, mais de 2 milhões de unidades consumidoras ficaram sem luz por dias na grande São Paulo. Entre elas, residências, comércios e escolas. Milhares de locais ainda permanecem sem luz. Até a noite da última terça-feira (7/11), era estimado que ainda havia cerca de 200 mil estabelecimentos sem energia. Além disso, também houve falta de água devido ao impacto da queda de energia nos reservatórios. Moradores da região metropolitana e da capital paulista se mobilizaram e protestaram contra a falta de luz e o caos após a chuva.

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A luta contra a privatização da CPTM e o combate dos marxistas

Em todo o mundo, a burguesia busca descarregar o peso da crise do capital sobre as costas da juventude e da classe trabalhadora. Como resultado, vimos uma onda de ataques semelhantes em diversos países: reformas trabalhistas, privatizações, reformas da previdência etc. É nesse contexto que se desenvolve o combate entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a classe trabalhadora em São Paulo. No período de crise, as privatizações são uma das formas da classe dominante de retomar em suas mãos uma parte maior da riqueza social. O salário indireto na forma de serviços públicos que o Estado burguês é obrigado a ofertar em diferentes medidas no desenrolar da luta de classes.

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Contra a Privatização das Casas de Cultura e o modelo de “gestão compartilhada”

Mais uma vez, segundo a longa tradição de desmonte e privatização mobilizada pela burguesia nacional, um serviço público de excelência encontra-se na berlinda, em vias de ser entregue à iniciativa privada. Porém, não se trata da tradicional concessão ou da venda, a preço de bananas, de um serviço superavitário, a fim de enriquecer rapidamente os bolsos de um determinado grupo empresarial que, ao pegar uma máquina de fazer dinheiro pronta (como uma Vale, por exemplo), explora-a indefinidamente, com investimento inicial mínimo, mas sim de um outro modelo um tanto mais nefasto e que, em última instância, visa não à exploração de um serviço notadamente lucrativo, mas sim à extinção de um serviço considerado pelas governanças como supérfluo ou mesmo, em alto e bom som, inconveniente.

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