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Como os militantes da CMI intervêm no movimento de solidariedade com a Palestina

Publicamos aqui trechos da nota do Secretariado Internacional da CMI, de 8 de maio, que analisa o desenvolvimento do movimento de solidariedade à Palestina em diferentes países e orienta a intervenção dos militantes comunistas nestes protestos. Mesmo com diferentes graus de mobilização em cada país – no Brasil, por exemplo, até o momento não ocorreram manifestações de massas pró-Palestina –, o relato do movimento e da intervenção dos camaradas nos EUA, Canadá, Grã-Bretanha, Espanha etc., demonstra a radicalidade presente na base, em particular da juventude, em todo o mundo. A nota traz ainda lições importantes para a intervenção prática dos revolucionários comunistas em um movimento de massas deste tipo, construindo as forças do marxismo.

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Ataques do Irã: a aposta perigosa de Netanyahu

No sábado (13), o Irã anunciou que tinha lançado um ataque a Israel com mais de 300 drones e mísseis. Nessa tarde, Joe Biden deixou o conforto de sua casa de praia em Delaware e correu de volta para a Casa Branca em meio a uma situação de crise iminente. Na mesma noite, o presidente reuniu-se na Sala de Avaliação de Crises da Casa Branca com membros da equipe de Segurança Nacional sobre o desenrolar dos ataques.

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Por que Israel retardou o seu ataque a Rafah?

O prazo de 10 de Março para o ataque a Rafah já passou e o ataque ainda não aconteceu. Será que Netanyahu está tendo dúvidas? A resposta para isso é claramente não. O governo israelense está manobrando sob pressão externa, em particular da administração dos EUA, ao mesmo tempo em que se encontra internamente dividido. A pressão dos EUA se deve a preocupações humanitárias por parte de Biden? A resposta, novamente, é não. Os EUA continuam a apoiar Israel no seu ataque genocida ao povo palestino, como testemunha o aumento da sua ajuda militar. Então, por que a demora no ataque?

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A ofensiva contra Rafah: a faísca que poderia incendiar o Oriente Médio

Netanyahu está levando sua guerra a um outro nível. Ele está em uma posição na qual sabe que não pode recuar se quiser permanecer no cargo. E, no entanto, as suas ações ameaçam desestabilizar todo o Oriente Médio, com o risco real de generalizar a guerra. A revolução também está espreitando todos os regimes da região à medida que a ira das massas é levada a níveis cada vez maiores. O próximo ato trágico, o bombardeamento massivo e a invasão terrestre de Rafah, poderá revelar-se o ponto de virada.

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Lula percebe o sentimento das massas e condena o massacre sionista em Gaza

A burguesia está em polvorosa. Lula foi declarado persona non grata por Netanyahu após afirmar que o genocídio palestino promovido por Israel é sem precedentes na história, com exceção, de acordo com Lula, do momento em que “Hitler resolveu matar os judeus”. A crise instaurada no Itamaraty é acompanhada de perto pela grande imprensa, porta-voz da classe dominante, que defende descaradamente o Estado sionista de Israel, mente e distorce as informações sobre esse massacre a todo o momento. Mas, o que motivou essa declaração de Lula?

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Conflito Venezuela-Guiana: por uma posição internacionalista!

No dia 3 de dezembro, foi realizado na Venezuela um referendo público consultivo, convocado pela Assembleia Nacional, sobre a disputa territorial da região de Essequibo, na Guiana. A escalada do conflito nesta região tem implicações profundamente reacionárias para ambos os povos. É imperativo que os comunistas adotem uma posição internacionalista.

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Palestina: a ameaça de uma segunda Nakba

O bombardeio brutal da Cidade de Gaza, com um enorme número de mortos – bem mais dos 11 mil oficialmente registrados até agora, com mais 3 mil desaparecidos – e a destruição maciça de infraestruturas, o bombardeio de hospitais, escolas, campos de refugiados, o ataque a ambulâncias e ao pessoal de serviços médicos, tudo isso realça a barbárie do ataque do exército israelense ao povo palestino.

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Exigir de Lula a ruptura das relações com Israel

O massacre de palestinos na Faixa de Gaza continua, já são mais de 12 mil mortos, dentre estes, mais de 5 mil crianças! Além dos que estão desaparecidos e feridos. É um genocídio em curso perpetrado pelo Estado sionista de Israel, apoiado, armado e financiado pelo imperialismo norte-americano. Lula fala em paz e declara em discurso que o Estado israelense também está cometendo atos de terrorismo. Mas reuniu-se em 16/11 com o presidente de Israel, Isaac Herzog, e mantém as relações diplomáticas e comerciais com o Estado sionista, assim como o acordo militar Brasil-Israel firmado por Bolsonaro.

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