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Foto: Twitter/Gabe Dalavigne

Operação tartaruga e protestos na Casa da Moeda contra privatização

Trabalhadores da Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, mobilizaram-se dia 10 de janeiro após perseguição, ameaça de corte de pessoal e privatização. Eles ocuparam durante várias horas o andar da presidência da empresa.

Há uma revolta muito grande após ataques ao acordo coletivo como vale alimentação, cartão remédio, plano de saúde, auxílio creche, adicional de insalubridade etc. Vários trabalhadores estão adoecendo devido as pioras nas condições de trabalho. E agora há a ameaça de privatização e fechamento da Casa da Moeda que se intensificaram com Bolsonaro e a chegada do novo presidente da instituição.

Vejam abaixo os vídeos da manifestação dentro da fábrica:

Durante essa semana as atividades de mobilização continuaram turno a turno, sem sinal de desânimo e mais trabalhadores foram aderindo ao movimento. O sindicato decidiu iniciar uma operação tartaruga pleiteando a aprovação do acordo coletivo. E seu Presidente deu uma entrevista criticando a privatização, disponível no Youtube.

A Casa da Moeda possui três unidades industriais: o Departamento de Cédulas (DECED), responsável pela impressão das cédulas do meio circulante nacional; o Departamento de Moedas e Medalhas (DEMOM), que atua na cunhagem de moedas de circulação e também de moedas e medalhas comemorativas; o Departamento de Produtos Gráficos e Cartões (DEGER), responsável pela produção de produtos gráficos da empresa, como passaportes, selos fiscais, selos postais, diplomas, carteiras, entre outros. Essas unidades ao todo reúnem mais de 2.000 trabalhadores. E assim como a Petrobras, a manutenção das suas atividades sob controle do Estado é uma questão de soberania nacional.

Os trabalhadores não vão pagar a conta dessa crise financeira. A luta dos moedeiros tem tudo para impedir a privatização da empresa se conectando aos trabalhadores dos Correios, garis, Cedae, petroleiros, trens, metrôs e outros numa grande luta nacional contra a privatização. E que seja o prenúncio de uma poderosa greve geral, junto a demais categorias e sindicatos, pela derrubada do Governo Bolsonaro e Paulo Guedes, e pela construção de um governo dos trabalhadores.

Todo apoio a luta dos moedeiros!
Abaixo a privatização!
Fora Bolsonaro!

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