Ciência, Filosofia e Misticismo (Filosofia da História – parte 1)

Artigo publicado no jornal Foice&Martelo Especial nº 15, de 17 de setembro de 2020. CONFIRA A EDIÇÃO COMPLETA.

A história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes (Marx & Engels, Manifesto do Partido Comunista, 1848).

Hegel explicou que a Filosofia da história é a própria filosofia. Em outras palavras, o conjunto do saber humano está concentrado na sua história. Mas ele enxergava isso de forma idealista. Para ele, existia um ser em constante evolução que se diferenciava de si mesmo ao adquirir novos conhecimentos através da história e se reencontrava em si ao fazer a síntese do seu eu anterior com o seu eu atual. Marx inverteu este desenvolvimento dialético idealista ao colocar a história como sendo a história feita pela humanidade em seu desenvolvimento.

Assim, uma sociedade, ao construir uma classe social que a questionava, negava a si mesma. Ao fazer um revolução e construir uma nova sociedade que representasse essa nova classe, ela fazia uma nova síntese, um desenvolvimento real e concreto, e não um desenvolvimento ideal que só existiria em sua cabeça.

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