Mundo

O mundo em 2023: crise, guerra e revolução

O seguinte documento foi aprovado no Congresso Mundial da Corrente Marxista Internacional (CMI) de 2023 . Aqui, oferecemos a nossa perspectiva e análise das principais tendências que estão a moldar a política mundial e a luta de classes neste período dramático de agonia mortal do capitalismo.

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Uruguai: além da seca, as causas da crise hídrica

As graves consequências das alterações climáticas têm sido sentidas em todo o mundo, com incidências mais extremas em alguns países do que em outros, sob a forma de incêndios florestais incontroláveis, inundações devastadoras e deslizamentos de terras ou fortes ondas de calor. Recentemente, o Uruguai também fez parte dessa lista cada vez mais longa de países atingidos por desastres climáticos. É verdade que a crise do abastecimento de água foi desencadeada, pelo menos em primeira instância, pela seca dos últimos três anos, que foi também a mais grave dos últimos 74 anos da história do país. Porém, como veremos a seguir, a crise foi lentamente preparada nas últimas décadas por políticas estatais permissivas às indústrias de celulose e ao capital que controla o agronegócio, os principais arquitetos da pilhagem dos recursos hídricos do país.

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Quem matou Prigozhin?

Quando a notícia do falecimento de Yevgeny Prigozhin chegou ontem às manchetes, os habituais especialistas apareceram na imprensa com a vivacidade de um bando de abutres, ansiosos por recolher os ossos de um animal morto na savana africana. Fizeram as perguntas mais profundas e interessantes: Prigozhin estava ou não no avião? Ele estava vivo ou estava morto? A organização Wagner sobreviveria ou pereceria? Poderá este ser mais um ponto de virada na guerra na Ucrânia? Significará a queda iminente de Vladimir Putin? E assim por diante.

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“Eles querem o mais radical que possam encontrar”: entrevista com Antonio Balmer, da Socialist Revolution

Em meio ao Congresso Mundial da Corrente Marxista Internacional, que aconteceu entre os dias 7 e 12 de agosto de 2023, na Itália, entrevistamos o camarada Antonio Balmer, da seção norte-americana da CMI, Socialist Revolution, sobre a situação política dos Estados Unidos. Nesta entrevista, ele fala sobre a entusiasmante greve que tem abalado Hollywood; sobre o crescimento expressivo da Socialist Revolution, principalmente entre a juventude, que se apresenta cada vez mais revoltada com o sistema capitalista; sobre o fenômeno de Trump e a incapacidade do partido de Wall Street atender aos anseios da classe trabalhadora.

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Suprema Corte aprova ataques ao Partido Comunista da Venezuela

A Lucha de Clases, seção venezuelana da Corrente Marxista Internacional, expressa sua firme oposição ao recente ataque ao Partido Comunista da Venezuela (PCV), orquestrado pela liderança do governante Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e realizado pelo Judiciário. Esta manobra privou aos membros do PCV e à liderança legítima do partido o controle legal de seu nome, símbolos e identidade legal.

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Congresso Mundial CMI 2023: os comunistas chegaram!

O Congresso de 2023 da Corrente Marxista Internacional (CMI) marcou uma grande virada na história de nossa organização, em meio a uma mudança radical na sociedade. Tendo quase dobrado nossas forças desde a pandemia, o Congresso estava cheio de espírito jovem de luta e determinação. Mais de 400 camaradas reunidos de mais de 40 países arrecadaram 630 mil euros para a causa revolucionária e declararam triunfalmente: os comunistas chegaram!

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A prisão injusta do fundador do Wikileaks, Julian Assange, e a importância de sua liberdade para o jornalismo mundial

Já se passaram mais de dez anos desde que Julian Assange se refugiou na embaixada do Equador em Londres, e esse caso tem gerado inúmeras discussões e debates sobre liberdade de imprensa e os limites do jornalismo investigativo. A perseguição e posterior prisão de Assange foi, sem dúvida, um ataque aos princípios fundamentais do jornalismo e um exemplo assustador do poder que os governos têm para silenciar vozes dissidentes.

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Rússia: quem é Boris Kagarlitsky e por que ele está sendo processado?

Boris Kagarlitsky, um dos mais proeminentes sociólogos de esquerda na Rússia, foi preso em 25 de julho e levado para Syktyvkar (República de Komi, Rússia) em 26 de julho. No mesmo dia, o tribunal local o colocou sob custódia por dois meses sob a acusação de “justificar o terrorismo”. Se o tribunal o considerar culpado, Kagarlitsky pode cumprir sete anos de prisão.

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Liberdade para Boris Kagarlitsky – mobilizar a solidariedade internacional!

O proeminente intelectual e acadêmico de esquerda russo Boris Kagarlitsky foi preso pelo serviço de segurança russo, o FSB, em 25 de julho, com base em uma investigação criminal contra ele por “justificar o terrorismo”. Ele foi transferido para Syktyvkar, capital da República de Komi, onde um tribunal decretou sua prisão preventiva. Ele pode permanecer preso até 24 de setembro.

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