Educação

Abaixo a censura nas escolas catarinenses

No dia 7 de novembro, os educadores catarinenses foram surpreendidos por um ofício da Coordenadoria Regional de Florianópolis determinando a censura de livros na rede estadual. Na lista se encontram nove obras, entre as quais best-sellers juvenis e até algumas já consagradas da literatura, como o célebre Laranja Mecânica, do conservador britânico Anthony Burgess. Um ataque brutal não só aos educadores, mas ao conjunto da classe trabalhadora e da juventude que está sendo cerceada do acesso ao conhecimento que a humanidade acumulou.

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Aonde vai a Poli? Uma crítica ao processo de construção da greve

Na sexta-feira (06/10) foi divulgado o resultado de um plebiscito deliberativo dos alunos da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP). Por meio deste plebiscito, a greve na Poli, que havia se iniciado no dia 25/09, teve fim. Desde o início, nos espaços em que intervimos, fizemos críticas e ponderações sobre a forma como o processo foi conduzido ao ser deflagrada a greve naquela faculdade. Tendo em vista sistematizar estes apontamentos, e apresentá-los ao conjunto do movimento estudantil da USP, em particular, da Poli, para que reflitam acerca das questões  aqui levantadas e assim possamos avançar na luta. 

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Mirem-se no exemplo daquelas mulheres que lutam: trabalho docente e violência nas escolas

Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado Engels afirma que “o desmoronamento do direito materno foi a grande derrota histórica do sexo feminino em todo o mundo (...) Essa degradada condição da mulher, manifestada sobretudo entre os gregos dos tempos heroicos e, ainda mais, entre os dos tempos clássicos, tem sido gradualmente retocada, dissimulada e, em certos lugares, até revestida de formas de maior suavidade, mas de maneira alguma suprimida.” Ao mencionar a Grécia Antiga e, mais especificamente Atenas, que contraditoriamente deu tanto conhecimento à humanidade, Engels aponta que este período deixou como herança também a forma degradante como tratava as mulheres, demonstrando que em um sociedade de classes e de apropriação privada dos meios de produção “cada progresso é simultaneamente um retrocesso relativo, e o bem-estar e desenvolvimento de uns se verificam às custas da dor e da repressão de outros.”

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Grupo Lemann e MEC: balcão de negócios da burguesia

Nesta manhã, estudantes, professores e toda comunidade escolar tiveram mais uma prova de que o Estado brasileiro é o balcão de negócios da burguesia. A matéria de destaque do jornal O Estado de São Paulo revelou que o burguês Jorge Paulo Lemann, por meio de uma secretária e a ONG a MegaEdu, recentemente fundada, passa a ter forte influência para decisões que manejam mais de R$ 6,6 bilhões dentro do Ministério da Educação (MEC) e passa estar vinculado à Kátia Schweickardt, secretária da educação básica.

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A resposta de Lula para o NEM: a luta não acabou!

O Ministério da Educação (MEC) encaminhou na sexta-feira (22) para a Casa Civil uma resposta à mobilização dos trabalhadores em educação, estudantes secundaristas e toda a sociedade em luta contra o Novo Ensino Médio (NEM). Apesar do Governo Lula-Alckmin afirmar ao longo do ano que não revogaria o maior ataque da história ao ensino público, gratuito e para todos no país, a pressão da classe trabalhadora obrigou modificações ao NEM.

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Agressor que ameaçou sequestrar e matar professora é transferido de escola em São Paulo

Temos a imensa satisfação em informar que a campanha em defesa da vida da professora Sarah foi vitoriosa e que seu agressor foi finalmente transferido, na manhã desta sexta-feira (22/09), para uma escola na qual ela não trabalha. A batalha começou em 14 de junho, com a produção de um Boletim de Ocorrência e o protocolo de requerimentos na Escola Estadual Dona Zalina Rolim. Sem nenhuma resposta para solucionar o caso, em 24 de agosto lançamos uma campanha de moções dirigidas à gestão escolar e à Diretoria de Ensino Leste-4 do Estado de São Paulo.

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Envie moção pela segurança de professora ameaçada de morte em São Paulo

A violência nas escolas continua se manifestando no cotidiano da cidade de São Paulo. Um caso escandaloso está ocorrendo contra a professora Sarah Kolesnikova, lotada em escola da rede estadual da Zona Leste da capital paulista. Ela foi ameaçada de ser sequestrada e queimada por um aluno. O fato ocorreu em 14 de junho. Mais de dois meses depois, nenhuma atitude foi adotada pela direção da Escola Estadual Dona Zalina Rolim e Sarah continua obrigada a ter contato diário com seu agressor.

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Não aceitamos os resultados da Consulta Pública – Lula, revogue o Novo Ensino Médio!

O Sumário da Consulta Pública foi apresentado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 07 de agosto. Este sumário confirma nossa análise anterior, de que o objetivo do governo com a consulta era apresentar uma reforma dentro da reforma, legitimada pela participação da “comunidade escolar” e de “especialistas”, mantendo o central do ataque: a destruição da escola pública por meio da privatização. Neste artigo, vamos analisar as mudanças propostas pelo MEC e os problemas fundamentais que elas apontam, bem como as lacunas que não estão previstas nas propostas de mudança e que permanecem com a manutenção “ajustada” do NEM.

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Falso reajuste, golpe do abono complementar e o desmonte do Centro Paula Souza – Construir a mobilização por Fora Tarcísio

O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, sancionou no dia 11 de julho de 2023 a Lei 1.388/2023 que supostamente reajusta os salários de todo o funcionalismo público do estado de São Paulo em 6%. Como veremos, isso é falso para boa parte dos servidores públicos do estado, que têm seus salários incrementados pelo abono complementar, um estratagema burocrático que diminui os vencimentos dos servidores. Além disso, avança na política de destruição dos serviços públicos por meio do desmonte do Centro Paula Souza, um dos pontos que mobiliza a atual greve das Etecs e Fatecs. 

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