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Solidariedade aos trabalhadores do Hotel Bauen

Trabalhadores da Fábrica Ocupada Flaskô e a Esquerda Marxista realizaram ato de apoio pela nacionalização, sob controle dos trabalhadores, do Hotel Bauen, da Argentina 



No dia 19 de abril, das 14h às 16hs, os trabalhadores da Fábrica Ocupada Flaskô e a Esquerda Marxista, seção brasileira da Corrente Marxista Internacional (CMI), realizaram um ato de solidariedade aos trabalhadores do Hotel Bauen, em frente ao Consulado da Argentina, na Avenida Paulista em São Paulo. Veja vídeo do ato público, com a leitura da carta apresentada, em

Uma comissão dos trabalhadores e militantes foi recebida pelo Cônsul, Mariano Quintana, sendo que foi explicada a situação do hotel Bauen e a solidariedade internacional dos trabalhadores. A comissão protocolou uma carta de solidariedade, que pode ser vista em 

Consul recebe o Manifesto em apoio aos trabalhadores do Bauen
O Cônsul conhecia a história da luta dos trabalhadores do hotel Bauen, e se comprometeu a enviar, imediatamente, a referida carta à Presidenta Cristina Kirchner.

Defender os empregos

Os trabalhadores do Hotel Bauen há 9 anos ocuparam e assumiram o controle do hotel como forma de manterem os empregos diante do fechamento realizado pelos patrões. Desde então, luta pela desapropriação e transferência do hotel para o controle dos trabalhadores organizados, hoje, em forma de cooperativa.

Na semana passada, havíamos recebido a notícia (veja também em ) de que mais uma vez os patrões tentam recuperar a propriedade do hotel e expulsar os trabalhadores. No dia 19 de abril, eles tiveram uma audiência judicial (acompanhada por um ato público) que discutiria o caso.

Internacionalismo

Os trabalhadores da Flaskô e a Esquerda Marxista sabem que é fundamental a solidariedade internacional da classe trabalhadora como forma de apoio as lutas pelo mundo. Ao mesmo tempo demonstramos a unidade da luta dos trabalhadores contra os patrões em todo o mundo, mostrando aos patrões que a classe trabalhadora não tem pátria, assim como reforçamos o impulso de luta dos trabalhadores, mostrando que não estamos isolados.

Estatização da YPF

O ato aproveitou a oportunidade para também cumprimentar o governo da Presidenta Cristina Kirchner pela compra de 51% das ações da YPF, empresa petroleira. Ressaltamos no entanto, que ainda é necessário nacionalizar toda a riqueza e exploração dos hidrocarbonetos e que prossegue a luta pelo controle operário.

A luta é de classes e internacional

Foram distribuídos, para a população que passava pela Avenida Paulista, além de materiais da fábrica ocupada Flaskô, 150 cópias da carta apresentada, explicando para os brasileiros porque ocorria aquele ato público, e qual a importância do controle operário e da solidariedade internacional.

Viva a solidariedade internacional da classe trabalhadora!
Todo apoio à expropriação e ao controle operário do Hotel Bauen!

Conselho de Fábrica da Flaskô – sob controle operário
Esquerda Marxista, seção brasileira da CMI

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