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Santa Catarina: estudantes querem audiência com o governador

Cerca de 100 estudantes de escolas estaduais foram à Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), na quarta-feira (15/05/13) para encaminhar o pedido de reunião com o governador Raimundo Colombo (PSD). A União Joinvilense dos Estudantes secundaristas (UJES) solicita o encontro com o governador para discutir: a reforma imediata e manutenção de todas as escolas, diminuição dos estudantes por sala, construção de quadras cobertas e bibliotecas em todas as escolas e pagamento do Piso Nacional aos professores.

Cerca de 100 estudantes de escolas estaduais foram à Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), na quarta-feira (15/05/13) para encaminhar o pedido de reunião com o governador Raimundo Colombo (PSD). A União Joinvilense dos Estudantes secundaristas (UJES) solicita o encontro com o governador para discutir: a reforma imediata e manutenção de todas as escolas, diminuição dos estudantes por sala, construção de quadras cobertas e bibliotecas em todas as escolas e pagamento do Piso Nacional aos professores.

O ato iniciou com o encontro dos alunos, na Praça da Bandeira, no centro de Joinville. Eles se reuniram para discutir o que fariam e depois seguiram até à SDR onde os membros da Ujes e dos grêmios protocolaram a carta pedindo a audiência com o Governador.

Da SDR os manifestantes foram até à prefeitura pedir para ao prefeito Udo Dohler (PMDB) cobrar solução do Governo estadual, pois, até agora, não há pronunciamento sobre a atual situação das escolas.

Por fim, os estudantes foram até a Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ), onde a Ujes fez uso da Tribuna Livre para exigir dos vereadores que cumpram com seu papel.  Segundo Stefany Aguiar presidente do grêmio estudantil do Conselheiro Mafra, “os vereadores devem cobrar do governador uma solução, pois são os representantes do povo”.

Em nome da Ujes falou a diretora de comunicação Dayane de Oliveira. Ela pediu aos vereadores para conversarem com as diretoras de escolas de seus partidos não impedirem os estudantes de organizarem grêmios estudantis, manifestações ou lutarem por seus direitos. “Os estudantes tem sua voz por meio dos grêmios estudantis e ele precisa ter liberdade de organização, sem interferência do governo.

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