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Sábado no Acampamento Revolucionário 2016

No terceiro dia do acampamento, jovens vindos de todo o Brasil dividiram-se em três grupos de trabalho para debater o movimento estudantil secundarista, universitário e a intervenção em movimentos sociais.

No terceiro dia do acampamento, jovens vindos de todo o Brasil dividiram-se em três grupos de trabalho para debater o movimento estudantil secundarista, universitário e a intervenção em movimentos sociais.

No fim da manhã, todos reuniram-se em plenário para apresentar o resultado das discussões. O destaque dos debates foi a troca de experiências sobre a ocupação das escolas do estado de São Paulo, contra a reorganização escolar do governo Alckmin. Uma das propostas apresentadas foi o giro de estudantes que fizeram parte desse movimento por várias cidades do país, em nome da Liberdade e Luta – a nova organização de juventude que será fundada no acampamento. 

À tarde, as camaradas Clítia Daniel e Francis Madlener encabeçaram a mesa “Capitalismo e machismo – a Luta pela Emancipação da Mulher”. Elas fizeram um panorama histórico sobre a opressão das mulheres e discutiram assuntos como a criminalizarão do aborto, violência contra a mulher, Estado laico, violência obstétrica, relações sociais brutalizadas no capitalismo, trabalho doméstico, licença maternidade e paternidade, comercialização do corpo, entre outros.

Logo após, o militante Evandro Cozani apresentou letras e contextos de hinos revolucionários de diversos países. Moradores da Ocupação Vila Soma, de Sumaré, cidade onde acontece o acampamento, participaram da atividade apresentando musicas e gritos de guerra do movimento que luta por moradia. 

Fecharam a noite as apresentações teatrais A Exceção e a Regra, da Cia Estável, e Furdunço no Casamento de Marieta, de Danilo Cavalcanti, Kely de Castro e Vinicius Camargo. 

Na plenária final, na manhã deste domingo, serão discutidas emendas e aprovado o Manifesto da Liberdade e Luta.

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