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Pela libertação do prisioneiro Bilal Kayed

Bilal Kayed foi preso em 14 de dezembro de 2001, na sequência da sua participação nas atividades de resistência durante a segunda Intifada (Alaqsa), como militante da Frente Popular para a Libertação da Palestina.

Foi submetido a dura e longa interrogação durante dois meses, não conseguindo obter qualquer informação dele. Foi apresentada uma lista de acusação pelos investigadores e ele foi condenado a 14 anos e meio, e mais tarde acrescentou-se a esta condenação mais seis meses, por iniciar uma nova fase de luta combativa dentro dos cárceres israelenses no início de 2002. Um feroz ataque foi lançado contra os presos pela administração do serviço dos prisioneiros durante a segunda Intifada e invasão das cidades palestinas na época.

Em 13 de junho de 2016, o prisioneiro Bilal Kaed deveria deixar a prisão, mas as forças de ocupação Israelenses transferiram ele para prisão administrativa de seis meses, estilo de prática pelas autoridades de ocupação, como uma maneira de tortura e prisão sem fim contra os presos palestinos.

A detenção administrativa é sem acusação ou julgamento, com base em provas e arquivos secretos. O preso e seu advogado não podem ter acesso a eles, e as ordens militares israelenses podem ser renovadas várias vezes em períodos de seis meses.

A prisão administrativa é uma lei existente desde 1945, da época da ocupação do imperialismo britânico na Palestina.

Os prisioneiros palestinos ultrapassam 7 mil presos, entre eles 500 em detenção administrativa, 400 menores de 18 anos, 13 deputados, 69 mulheres, 461 com condenação perpétua.

Exigimos a libertação imediata do prisioneiro palestino Bilal Kaed e todos os prisioneiros políticos palestinos e por fim a prática de prisão administrativa que viola os direitos humanos conforme as leis internacionais.

Assinam:

  1. Comitê de Palestina Democrática
  2. Esquerda Marxista

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