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Nos EUA, a burguesia prefere Hillary

Novo presidente dos Estados Unidos será definido hoje, entre dois candidatos que continuarão opressão imperialista. Mas ainda assim a burguesia escolheu um deles para apoiar.

Nesta terça-feira (8/11) será eleito o novo presidente dos Estados Unidos (EUA). Disputam o cargo dois milionários servidores dos capitalistas. Hillary Clinton, pelos Democratas, já foi primeira-dama, senadora por Nova York e Secretária de Estado. Donald Trump é um empresário riquíssimo, que se utilizou das fragilidades do Partido Republicano para ser escolhido, com um discurso de ódio, preconceitos e espetáculo.

Ambos pretendem continuar os negócios imperialistas dirigidos pelo mundo todo por Barack Obama. Contudo, esses pretendentes ao posto de marionete do poder econômico encontrarão uma situação internacional muito mais instável econômica e socialmente do que seu antecessor.

A classe dominante dos EUA decidiu que Hillary é a candidata que melhor pode dar segurança aos seus investimentos e interesses. Embora não descartem as propostas de Trump, as consideram inconvenientes hoje e sua instabilidade e falta de tradição também pesam contra ele em meio à opinião burguesa.

Para os trabalhadores, nenhuma das opções representa um futuro. Ambas pretendem continuar por meios distintos o funcionamento das engrenagens capitalistas.

Como no ditado, o gigante imperialista está mostrando cada vez mais seus pés de barro. A prévia democrata explicitou um descontentamento latente na sociedade norte-americana. Revelam isso também os conflitos advindos da violência policial racista, a crise em Winsconsin e o Ocupy Wall Street. A seção dos EUA da Corrente Marxista Internacional (CMI) combate explicando estas questões aos trabalhadores e jovens e a necessidade de sua organização de forma independente dos partidos do capital.

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