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Moção contra Marco Feliciano para a presidência da CDHM é aprovada em Joinville

 

A Assessoria de imprensa do mandato do Vereador Adilson Mariano divulgou nota onde informa que a maioria da Câmara Municipal de Joinville, aprovou Moção contra a eleição do deputado Marco Feliciano para a presidência da CDHM por 5 votos a favor e 4 contra.

A Assessoria de imprensa do mandato do Vereador Adilson Mariano divulgou nota onde informa que a maioria da Câmara Municipal de Joinville, aprovou Moção contra a eleição do deputado Marco Feliciano para a presidência da CDHM por 5 votos a favor e 4 contra.

Ler a íntegra da nota abaixo e visite a página www.adilsonmariano.com.br

A sessão de terça-feira (23/04/13) da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ) aprovou a moção de repúdio a eleição de Marco Feliciano (PSC) para presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal. O repúdio foi proposto pelo vereador Adilson Mariano da Esquerda Marxista do PT. Segundo Mariano, a moção não é contrária ao mandato do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC), mas à sua eleição para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, “Alguém que defende ideias antagônicas aos princípios da comissão não pode ocupar a presidência”.

Feliciano declarou por meio da rede social Twitter que a comissão estava dominada por satanás antes de sua chegada e que os africanos têm uma origem amaldiçoada. A votação na CVJ demorou três semanas para acontecer e dividiu as bancadas partidárias. No momento da aprovação cinco parlamentares votaram a favor e quatro contra a Moção.

O Movimento Negro e Socialista (MNS) também repudiou a eleição de Feliciano. Segundo o MNS a verdadeira maldição que os negros sofrem “foram pilhagens, roubos, sequestros, escravidão, exploração e guerras causadas pelo Imperialismo e pelos seus agentes no continente africano. É a exploração da sociedade de classes que levou miséria, doenças e as guerras aos nossos irmãos africanos. Afirmamos ainda que muitas das guerras de hoje e do passado recente foram e são fundamentadas por gente da sua laia em nome da religião ou supostas raça (etnias)”.

 

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