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Grândola, Vila Morena, letra e música

“Grândola, Vila Morena” é uma música composta por Zeca Afonso e foi transmitida pela Rádio Renascença em 1974 quando as massas dirigidas por militares insurretos se levantaram para por abaixo o odiado regime ditatorial de Salazar, marcando o início da revolução que ficou conhecida como a Revolução dos Cravos. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Grândola,_Vila_Morena)
Esta semana divulgamos um vídeo onde, desde o plenário do Congresso Nacional, o povo, se ergueu e cantou novamente Grândola e impediu por alguns minutos que o primeiro ministro de Portugal falasse para anunciar mais cortes nos direitos dos trabalhadores.
Publicamos abaixo a letra e a música que marcou o grande movimento revolucionário de abril de 1974 e que agora dá seu recado novamente, anunciando novos tempos de revolução.
Boas vindas Grândola. Fraternidade entre todos os trabalhadores do mundo, construamos a Grândola Socialista Mundial!

 

 

“Grândola, Vila Morena” é uma música composta por Zeca Afonso e foi transmitida pela Rádio Renascença em 1974 quando as massas dirigidas por militares insurretos se levantaram para por abaixo o odiado regime ditatorial de Salazar, marcando o início da revolução que ficou conhecida como a Revolução dos Cravos. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Grândola,_Vila_Morena)
Esta semana divulgamos um vídeo onde, desde o plenário do Congresso Nacional, o povo, se ergueu e cantou novamente Grândola e impediu por alguns minutos que o primeiro ministro de Portugal falasse para anunciar mais cortes nos direitos dos trabalhadores.
Publicamos abaixo a letra e a música que marcou o grande movimento revolucionário de abril de 1974 e que agora dá seu recado novamente, anunciando novos tempos de revolução.
Boas vindas Grândola. Fraternidade entre todos os trabalhadores do mundo, construamos a Grândola Socialista Mundial!

 

 

Grândola, vila morena

Por: Zeca Afonso, cantor, letra e Música

Grândola, vila morena

Terra da fraternidade

O povo é quem mais ordena

Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade

O povo é quem mais ordena

Terra da fraternidade

Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo

Em cada rosto igualdade

Grândola, vila morena

Terra da fraternidade

Terra da fraternidade

Grândola, vila morena

Em cada rosto igualdade

O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira

Que já não sabia a idade

Jurei ter por companheira

Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade

Jurei ter por companheira

À sombra duma azinheira

Que já não sabia a idade

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