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Bombas contra os professores em BH e festa da Copa no palácio

Luiz Bicalho

A Polícia Militar em Belo Horizonte atirou bombas de efeito moral contra professores que protestavam em frente ao Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, no início da noite da sexta feira-passada.
No local, acontecia a contagem regressiva dos mil dias para a Copa de 2014.

Por causa do tumulto a festa ficou restrita a parte interna do palácio e aos convidados do governo, dentre os quais o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, e o ministro dos Esportes, Orlando Silva Jr.
Isso me lembrou tanto os áureos tempos da ditadura militar, aonde bomba em professor e estudante era a rotina do dia a dia e também muitas comemorações do generalato com as copas do mundo.
Sim, a Dilma recebeu, depois do tumulto, uma comissão de três professores. Mas a questão é simples e precisa de resposta: quando vão pagar o piso dos professores que virou lei, que o STF referendou e até hoje o governador de Minas, o tão festejado sucessor de Aécinho, não pagou?
E o PT de MG ainda tem a coragem de continuar nesta aliança despudorada com essa gente? O que está faltando é vergonha na cara de certos dirigentes que teimam em não reconhecer a verdade que é muito simples: patrão anda de um lado, trabalhador anda de outro!

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