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Barack Obama e a dívida dos EUA

Luiz Bicalho
Igualzinho às novelas da Globo que preconceituosamente expõem as mulheres como objetos, vitimas de traições. Ou eu deveria dizer novelas mexicanas? Todo mundo sabe o final…mas no final sempre há uma pequena “surpresa”: a noiva perdoa todas as traições do mocinho, casa-se com ele entregando tudo, seu carro, sua casa e sua poupança. Figurativo? Expliquemos melhor.

O governo dos EUA deve mais de 10 trilhões de dólares. Um número fantástico. Só que lá ainda tem um pouco de “democracia” burguesa e o governo só pode aumentar o endividamento com autorização do Congresso (representantes da burguesia). E ai é que a porca torce o rabo, pra usar uma expressão antiga. O congresso tem que votar o aumento, mas resolve que pra votar isso tem que economizar dinheiro ao invés de só aumentar a dívida.

Legal. E como economizar? Os republicanos propuseram: cortem da saúde, da educação e da previdência social. Depois de muita lenga-lenga Obama aceitou: cortem da educação, da saúde, da previdência.

Resultado: para os impostos dos ricos nenhum aumento. Cortes? Sim! Estes sim: corte de dinheiro para a saúde, educação e previdência social.  E no orçamento das Forças Armadas? Corta um bocadinho agora e o resto no ano que vem. Será?

Em outras palavras, tem crise? O povo é que paga. Essa é lei dos ricos!

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