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“Atos de guerrilha” neste dia 10

O Fleury alckimista, Alexandre de Moraes, caracterizou os protestos de hoje como “atos de guerrilha”. Trata-se de um forte candidato para o Ministério da Justiça em um possível governo Temer, pasta com expectativa de ser engordada com a fusão da atual Secretaria dos Direitos Humanos. Esse tipo de postura, não muito diferente da assumida pelo “democrata” José Eduardo Cardozo, diz muito sobre o que enfrentarão as pessoas que defendem as liberdades democráticas.

O Fleury alckimista, Alexandre de Moraes, caracterizou os protestos de hoje como “atos de guerrilha”. Trata-se de um forte candidato para o Ministério da Justiça em um possível governo Temer, pasta com expectativa de ser engordada com a fusão da atual Secretaria dos Direitos Humanos. Esse tipo de postura, não muito diferente da assumida pelo “democrata” José Eduardo Cardozo, diz muito sobre o que enfrentarão as pessoas que defendem as liberdades democráticas.

Ao mesmo tempo, cabe a crítica às direções das organizações que coordenaram os trancassos e as queimas de pneus desta terça-feira e do dia 30 de abril. Sem uma política capaz de empolgar os trabalhadores, defendendo o governo Dilma e clamando por mais democracia burguesa, tentam agora substituir as massas com ações ultraesquerdistas. Essas atitudes afastam as pessoas que estão sofrendo com o sistema e os ataques. São tão danosas para o movimento quanto a dos verdadeiros “atos de guerrilha” da luta armada adotada por grande parte da esquerda na década de 1970.
 
As duas táticas, de hoje e da década de 1970, advém da frustração das direções reformistas por não conseguirem empolgar as massas. E a consequência tende a ser, também como semelhança, novamente o uso da situação pelo Estado para generalizar a repressão sobre todo o movimento.

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